segunda-feira, 2 de maio de 2011

Catando cacos

Bombatomicamente me fiz em pedaços calmos, achei-me partido em milhões que não se encaixavam. Corri o corpo a sutura e me fiz de novo um inteiro um todo partido, um todo novo ... assustado!

Pessoal, este texto é bem antigo e recentemente foi-me rememorado pela amiga Mara.
Pela falta de maturidade da adolescência e pela falta de memória dos anos que me consumiram, sinceramente não sei se estas palavras são verdadeiramente minhas. Cheguei até pesquisar no Google para ver se achava algo parecido de algum autor conhecido. Bem, até o momento não encontrei.
Não acho justo ficar com os créditos de algo que fiz e não me lembro, muito embora, até agora também não sei para quem dar os créditos.
Desta forma, caso encontrem o dono desta organização de palavras, peço informar para darmos os devidos créditos à ilustre figura.
Ah, caso o texto for meu mesmo, escolhi este título agora.

2 comentários:

  1. Gente, temos um poeta mesmo aqui!!!! Rodrigo, adorei seus textos. Você é praticamente um Pedralvense!!! kkkk

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  2. Seria muita falta de humildade me considerar um poeta, principalmente por não me preocupar com métrica alguma.
    Sabe, lendo o blog do Juca, concordo com ele com relação à sonoridade, não importa o sentido, tem textos que não são para se entender, não fazem sentido, não representam sentimentos, são feitos somente para ler e de certa forma são agradéveis na cadência de sua leitura.
    Fique à vontade para comentar os textos publicados e, antes de mais nada, agradeço a honra de sua participação como seguidora do blog.

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