Cheio de vazio observo o nada como se tudo fosse o que consigo fazer
Procuro aquela estrela no canto de uma parede que embolorada se faz indiferente
Canto largado conto comigo para um abrigo de estrela brilhar
Não há parede, não há mais canto, me encanta o nada que tudo desfaz
Casa sem teto, escudo no peito, perfeito silêncio, telhado se faz
E quanto à estrela, segue brilhando, não mais no seu canto, mas vive a brilhar ...
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