Por mais que eu olhe e busque ao longe uma razão
Mesmo sabendo que não sei ao certo o que procuro
Procuro em vão, em lugar distante, o que perto se encontra
Vista cansada, mal acostumada, amalgamada
Mas não é preciso ver para encontrar, nem tampouco tocar
Olhos e mãos perdem o sentido ...
Antes não tê-los, inúteis que se tornam
O que procuro, como se soubesse o que é e onde está, não está onde procuro
Habita em mim!
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